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Gelo, lahar e a capital no horizonte
Cotopaxi
Um dos cones mais simétricos dos Andes. O perigo que o Equador ensaiou não é a lava: é a água do cume descendo o rio em direção a Latacunga e ao vale de Quito.
Também conhecido como Cotopaxi.
- País
- Equador
- Continente
- América do Sul
- Altitude
- 5.897 m
- Tipo
- Estratovulcão
- Status
- Ativo
- Última erupção
- Ciclo de 2015–2016, com cinza sobre o corredor Quito–Latacunga
- Estilo eruptivo
- Vulcaniana
- VEI máximo
- VEI 5
- Região
- Arco vulcânico andino
- Coordenadas
- 0,68°S · 78,44°O
O Cotopaxi sobe a 5.897 m com uma calota que ainda alimenta ravinas. Em 1877 o lahar chegou a Latacunga em menos de uma hora. O mapa de risco atual desenha o mesmo caminho sobre bairros que não existiam no século XIX.
A crise de 2015–16 reativou o conduto sem repetir o lahar histórico. Cinza, fechamento do parque, tremor. O ensaio serviu para testar sirenes e memória.
Quito vê o cone nos dias limpos. Chimborazo, ao lado no catálogo, é mais alto e mais quieto. Os dois ensinam a Avenida dos Vulcões: vizinhança não é o mesmo destino.
Geologia
Estratovulcão andesítico com geleira e um histórico holocênico de fluxos piroclásticos e lahars de longo alcance.
Riscos
Lahar nos rios Cutuchi, Pita e outros, cinza sobre o aeroporto de Quito, fluxos na alta encosta.
Monitoramento
Instituto Geofísico da EPN, com uma das redes mais densas dos Andes.
Histórico de erupções
-
Lahar destrutivo em Latacunga e no corredor norte.
-
Última crise do ciclo clássico do século XIX–XX.
-
Reativação; cinza e evacuação preventiva.
Curiosidades
- O refúgio do parque está entre os mais altos desta biblioteca com acesso de carro até certa cota.
- A palavra quéchua do nome é debatida; o cone, não.
- Vacas e eucaliptos do páramo convivem com o mapa de lahar como se fosse cerca.
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Mesmo arco, mesmo tipo ou o par que a ficha pede para comparar.