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A montanha sagrada que fechou Bali
Agung
O ponto mais alto de Bali. Em 1963 matou mais de mil pessoas; em 2017 a cinza fechou o aeroporto da ilha turística.
Também conhecido como Gunung Agung.
- País
- Indonésia
- Continente
- Ásia
- Altitude
- 3.031 m
- Tipo
- Estratovulcão
- Status
- Ativo
- Última erupção
- Ciclo explosivo de 2017–2019, após 54 anos quietos
- Estilo eruptivo
- Vulcaniana
- VEI máximo
- VEI 5
- Região
- Arco da Sonda
- Coordenadas
- 8,34°S · 115,51°L
O Agung é o eixo cósmico da ilha para muita gente em Bali: templos se orientam em relação ao cume. Em 1963 a erupção foi uma das mais mortais da Indonésia no século XX, com fluxos e lahares nos vales leste.
O reavivamento de 2017 pegou uma Bali de turismo de massa. Dezenas de milhares foram evacuados, o aeroporto fechou, o calendário ritual e o calendário de voos colidiram. A crise durou, em pulsos, até 2019.
Ao lado, o Batur é outra caldeira. A ficha do Agung é a do cone que ainda manda na silhueta e no risco da ilha.
Geologia
Estratovulcão andesítico com cratera somital larga. O flanco sudoeste aponta para a planície mais povoada.
Riscos
Fluxos piroclásticos, lahares, cinza no aeroporto internacional e deslocamento em massa numa ilha de economia turística.
Monitoramento
PVMBG com posto em Karangasem; alerta em níveis que o governo provincial traduz em zonas de exclusão.
Histórico de erupções
-
Erupção histórica que marca a memória local do século XIX.
-
Crise mortal; fluxos e lahares no leste de Bali.
-
Reabertura do conduto; evacuações e fechamento do aeroporto.
Curiosidades
- O templo-mãe de Besakih senta na encosta e já foi ameaçado pela lava de 1963.
- A palavra “agung” significa “grande” — o nome e a função ritual coincidem.
- O intervalo de 54 anos entre 1963 e 2017 virou aula de como uma geração inteira esquece o mapa de fuga.
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Mesmo arco, mesmo tipo ou o par que a ficha pede para comparar.