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Uma caldeira do tamanho de uma cidade
Aso
Uma das maiores caldeiras habitadas do planeta. Dentro dela, o cone Nakadake ainda cospe cinza sobre pastos e estradas.
Também conhecido como Caldeira de Aso, Nakadake.
- País
- Japão
- Continente
- Ásia
- Altitude
- 1.592 m
- Tipo
- Caldeira
- Status
- Ativo
- Última erupção
- Outubro de 2021 no Nakadake, o cone central
- Estilo eruptivo
- Freatomagmática
- VEI máximo
- VEI 7
- Região
- Arco do Japão
- Coordenadas
- 32,88°N · 131,1°L
A caldeira de Aso tem cerca de 25 km no maior eixo. Estradas, vilas e um rancho de cavalos cabem no fundo. O que o visitante sobe é o Nakadake, um dos cones centrais, com um lago ácido que às vezes ferve e às vezes some sob a cinza.
As crises que abriram a caldeira, há dezenas de milhares de anos, foram plinianas de VEI alto. O presente é mais modesto: explosões freatomagmáticas, fechamento da beira da cratera, cinza no vale. A ficha segura as duas escalas.
Kyushu concentra Aso, Sakurajima e Unzen numa ilha só. Aso é quem ensina o que resta depois que o teto da câmara cai — e o que ainda sobra para explodir no meio.
Geologia
Caldeira policíclica com ignimbritos de várias crises do Pleistoceno e um complexo central de cones, dos quais o Nakadake é o ativo.
Riscos
Explosões na área turística, gases, cinza no vale e o cenário de longo prazo de uma nova crise caldeírica.
Monitoramento
JMA e Universidade de Kyoto; restrição dinâmica da borda da cratera.
Histórico de erupções
-
Uma das grandes crises que moldam a caldeira atual (idade aproximada).
-
Explosão com blocos na área turística; mortes e feridos na beira.
-
Nova fase explosiva; acesso ao mirante fechado por meses.
Curiosidades
- O fundo da caldeira é um dos poucos lugares do Japão onde se pastoreia gado em escala de planície dentro de um vulcão.
- O lago da cratera muda de cor com o pH e o vento.
- Há um teleférico e uma estrada até a borda — quando o alerta permite.
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Mesmo arco, mesmo tipo ou o par que a ficha pede para comparar.