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A chaminé do sul peruano

Sabancaya

Desde 2016 o Sabancaya mantém uma pluma quase diária. Vilas do Colca medem o céu em cinza; Arequipa, ao longe, às vezes sente o cheiro.

Também conhecido como Sabancaya.

País
Peru
Continente
América do Sul
Altitude
5.960 m
Tipo
Estratovulcão
Status
Ativo
Última erupção
Desgaseificação e cinza crônicas desde 2016
Estilo eruptivo
Vulcaniana
VEI máximo
VEI 3
Região
Arco vulcânico andino
Coordenadas
15,79°S · 71,86°O

O Sabancaya é o centro ativo de um trio: Ampato (onde apareceu a múmia Juanita, morta por sacrifício, não por lava), Hualca Hualca e ele. A crise atual é de pulsos vulcanianos, SO₂ e cinza que fecha estradas do cânion.

Não tem a simetria do Misti nem a fama do Cotopaxi. Tem persistência. A ficha vale pelo ritmo: um andino que trabalha em turno corrido.

Pastores de alpaca e o turismo do Colca convivem com o mapa de exclusão da cratera.

Geologia

Estratovulcão andesítico-dacítico no complexo Ampato, com um conduto aberto desde a reativação de 2016 (e crises em 1990 e 2000).

Riscos

Cinza sobre vilas do Colca, gases, fechamento de estradas e, em pulso maior, fluxos na alta encosta.

Monitoramento

IGP e INGEMMET, com relatórios quase diários nos anos de pluma constante.

Histórico de erupções

  1. Reativação moderna.

  2. Início do ciclo crônico atual.

Curiosidades

  • Juanita, a “donzela do Ampato”, foi encontrada no vizinho — geografia sagrada e geografia eruptiva no mesmo maciço.
  • A pluma do Sabancaya é um dos alvos favoritos de satélites de SO₂ nos Andes.
  • O cânion do Colca vê o edifício como parede do fundo, não como postal de cume.

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