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O gigante da costa do Golfo
Monte Camarões
O vulcão ativo mais alto da África Ocidental. Erupções de flanco no século XX cortaram a estrada de Buea e queimaram roças de cacau.
Também conhecido como Mongo ma Ndemi, Fako.
- País
- Camarões
- Continente
- África
- Altitude
- 4.095 m
- Tipo
- Estratovulcão
- Status
- Ativo
- Última erupção
- 2000, com bocas de flanco e dano a plantações
- Estilo eruptivo
- Havaiana
- VEI máximo
- VEI 2
- Região
- Vale do Rift e Afar
- Coordenadas
- 4,2°N · 9,17°L
O Monte Camarões sobe direto da costa do Golfo da Guiné. Em dias limpos o cume aparece do mar; em dias de monção some numa capa de nuvem. É um estratovulcão-escudo híbrido, com dezenas de cones parasitários.
As crises de 1922, 1959, 1982, 1999 e 2000 saíram de fissuras laterais. A lava de 1999 cruzou a estrada Limbe–Buea. O risco é de infraestrutura e lavoura, não de coluna pliniana.
A Linha dos Camarões é um alinhamento de edifícios que vai ao lago Nyos — famoso pelo desastre de CO₂ de 1986, em outro lago, não neste cume. A ficha do Fako fica ao lado dessa memória regional sem misturar os dois eventos.
Geologia
Edifício basáltico alcalino da Linha dos Camarões, com cones de flanco e coladas históricas bem mapeadas.
Riscos
Coladas sobre estradas e plantações, cinza local, e isolamento de Buea se a via costeira fechar.
Monitoramento
Equipes camaronesas e universidades; a rede é mais esparsa que a dos Virunga ou da Islândia.
Histórico de erupções
-
Erupção de flanco observada na era colonial.
-
Coladas cortam a estrada costeira e ameaçam vilas.
-
Última erupção documentada, novamente em bocas laterais.
Curiosidades
- É um dos poucos vulcões africanos visíveis para navios no Atlântico.
- A corrida de montanha do Fako é um evento local clássico — sobe-se um ativo adormecido entre crises.
- Buea, antiga capital colonial, senta na encosta sudeste.
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Mesmo arco, mesmo tipo ou o par que a ficha pede para comparar.