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O mais alto, o que já passou do fogo
Mauna Kea
O ponto mais alto do Havaí e do Pacífico central. O hotspot andou; o Kea ficou. No cume, telescópios. Na tradição nativa, reino sagrado.
Também conhecido como Maunakea.
- País
- Estados Unidos
- Continente
- América do Norte
- Altitude
- 4.207 m
- Tipo
- Vulcão em escudo
- Status
- Adormecido
- Última erupção
- Últimas lavas há cerca de 4.500 anos; sem erupção histórica
- Estilo eruptivo
- Havaiana
- VEI máximo
- VEI 2
- Região
- Hotspot do Havaí
- Coordenadas
- 19,82°N · 155,47°O
Mauna Kea é o irmão mais velho dos três escudos desta biblioteca. A pluma do hotspot deslocou-se para o sul: Loa e Kīlauea ainda bebem; Kea não. Os cones de cinza do cume são a última assinatura, de alguns milhares de anos.
A altitude acima do mar supera o Loa. A discussão pública recente não é de lava: é de telescópios num cume sagrado. A ficha registra os dois fatos — o edifício adormecido e o conflito de uso — sem os fundir.
Com neve no inverno, o Kea é um dos poucos lugares tropicais em que se esquia sobre um vulcão que já não corre.
Geologia
Escudo pós-escudo, com alcalinos tardios e uma capa de cones de cinza acima de 3.000 m. Há evidência de glaciação quaternária no cume.
Riscos
Nenhum risco eruptivo no curto prazo. Há mal de altitude, neve e o risco residual de reabertura da pluma em escala geológica.
Monitoramento
HVO inclui o Kea nas redes da ilha, com prioridade menor que Loa e Kīlauea.
Histórico de erupções
-
Idade aproximada das últimas coladas mapeadas.
-
Início da era dos grandes observatórios no cume.
Curiosidades
- É o único dos três grandes da ilha com morenas glaciais nítidas.
- A linha de neve ocasional faz do cume um contraste absurdo com as praias de Kona.
- Na cosmologia havaiana, o cume é domínio dos deuses; o debate dos telescópios passa por essa geografia sagrada.
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Mesmo arco, mesmo tipo ou o par que a ficha pede para comparar.